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  • Yudi Tamashiro vence segunda edição do reality ‘Dancing Brasil’

    RIO - Na grande final do "Dancing Brasil", exibida na noite desta segunda-feira, dia 25, a dupla Yudi e Bárbara foi escolhida pelo público como a grande vencedora dessa temporada. A atração, comandada por Xuxa Meneghel, bateu recorde de audiência com média de 8 pontos, pico de 10 pontos durante seu horário de exibição, das 22h50 à 0h26.

    Yudi levou para casa o prêmio de R$ 500 mil e sua parceira de dança ganhou um carro 0 km.

    No Rio de Janeiro, o programa bateu recorde de audiência e share desta temporada, com média de 7 pontos, pico de 8 pontos e share de 14%.



  • Coproduzido por brasileiro, "A ciambra" é representante da Itália no Oscar

    SÃO PAULO - Mais um concorrente de "Bingo: O rei das manhãs" na disputa por uma indicação ao oscar de melhor filme estrangeiro foi anunciado nesta terça-feira: "A ciambra" vai representar a Itália. No time de produtores do longa figura a RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira.

    LEIA MAIS:Após indicação, 'Bingo' inicia campanha para ser visto nos EUA

    Dirigido por John Carpignano, o filme se passa em uma comunidade cigana no sul do país. O longa, que tem a assinatura de Martin Scorsese como produtor executivo, foi exibido na Quinzena dos Realizadores, mostra paralela ao Festival de Cannes, onde ganhou o prêmio Europa Cinemas Label.

    Trailer de 'A ciambra'O longa acompanha o rito de passagem de um jovem cigano de 14 anos que cresce em uma comunidade na região da Calábria. O personagem é interpretado pelo ator Pio Amato.

    Recordista na categoria de melhor filme estrangeiro, a Itália ganhou em onze das 17 vezes em que seus representantes foram indicados. A última vitória aconteceu em 2014, com "A grande beleza", de Paolo Sorrentino.

    O prazo final para a inscrição é 2 de outubro.

    A lista atualizada de países que já indicaram seus representantes:

    Albânia: “Daybreak”, de Gentian Koçi;

    Alemanha: “In the Fade”, de Fatih Akin;

    Argélia: “Road to Istanbul”, de Rachid Bouchareb;

    Áustria: “Happy End”, de Michael Haneke;

    Azerbaijão: “Pomegranate orchard”, de Ilgar Najaf;

    Bélgica: “Racer and the jailbird”, de Michael Roskam;

    Bosnia e Herzegovina: “Men don’t cry” de Alena Drljevića;

    Bolívia: "Viejo calavera", de Kiro Russo;

    Brasil: “Bingo: O rei das manhãs”, de Daniel Rezende;

    Bulgária: “Glory”, de Kristina Grozeva e Petar Valchanov;

    Camboja: “First They Killed My Father”, de Angelina Jolie;

    Canadá: "Hochelaga, land of souls", de François Girard

    Cazaquistão: "Road to mother", de Akan Satayev

    Chile: "Uma mulher fantástica", de Sebastián Lelio;

    Cingapura: “Popeye”, de Kirsten Tag;

    Colômbia: “Pariente”, de Iván Gaona;

    Coreia do Sul: “A taxi driver”, de Jan Hoon;

    Croácia: “Quit staring at my plate”, de Hana Jušić;

    Dinamarca: "You disappear", de Peter Schønau Fog;

    Equador: "Alba", de Ana Cristina Barragan;

    Egito: “Sheikh Jackson”, de Amr Salama;

    Eslováquia: "The line", de Peter Bebjak;

    Eslovênia: “The Miner”, de Hanna Slak;

    Espanha: “Summer 1993”, de Carla Simón;

    Estônia: “November”, de Rainer Sarnet;

    Filipinas: "Birdshot", de Mikhail Red;

    Finlândia: “Tom of Finland”, de Dome Karukoski;

    França: "120 battements par minute", de Robin Campillo;

    Georgia: “Scary mother”, de Ana Urushadze;

    Grécia: “Amerika square”, de Yannis Sakardis;

    Hong Kong: "Mad world", de Wong Chung;

    Holanda: "Lalya M", de Mijke de Jong;

    Hungria: “On body and soul”, de Ildiko Enyedi;

    Índia: "Newton", de Amit V. Masurkar;

    Indonésia: “Leftovers”, de Wicaksono Wisnu Legowo;

    Irã: “Breath”, de Narges Abyar;

    Iraque: “The dark wind”, de Hussein Hassan;

    Irlanda: “Song of granite”, de Pat Collins;

    Islândia: "Under the tree", de Hafsteinn Gunnar Sigurðsson;

    Israel: "Foxtrot", de Samuel Maoz;

    Itália: "A Ciambra", de Jonas Carpignano;

    Japão: “Her love boils bathwater”, de Ryota Nakano;

    Kosovo: “Unwanted”, de Edon Rizvanolli;

    Laos: “Dearest Sister”, de Mattie Do;

    Letônia: “The chronicles of Melanie”, de Viestur Kairish;

    Líbano: “The Insult”, de Ziad Doueiri;

    Lituânia: “Frost”, de Šarūnas Bartas;

    Luxemburgo: “Barrage”, de Laura Schroeder;

    México: “Tempestad”, de Tatiana Huezo;

    Marrocos: “Razzia”, de Nabil Ayouch;

    Nepal: “White sun”, de Deepak Rauniyar;

    Noruega: “Thelma”, de Joachim Trier;

    Holanda: “Layla M.”, de Mijke de Jong;

    Paquistão: “Saawan”, de Farhan Alam;

    Panamá: "Beyond brotherhood", de Arianne Benedetti;

    Palestina: “Wajib”, Annemarie Jacir;

    Peru: "Rosa Chumbe", de Jonatan Relayze;

    Polônia: “Spoor”, Agnieszka Holland;

    Portugal: “São Jorge”, de Marco Martins;

    Quênia: "Kati Kati", de Mbithi Masya;

    Quirguistão: "Centaur", de Aktan Abdykalykov;

    Reino Unido: “My pure land”, de Sarmad Masud;

    República Tcheca: “Ice mother”, de Bohdan Sláma;

    República Dominicana: “Carpinteros”, de José María Cabral;

    Romênia: “The fixer”, de Adrian Sitaru;

    Rússia: "Loveless", de Andrey Zvyagintsev;

    Sérvia: “Requiem for Mrs. J”, de Bojan Vuletic;

    Suécia: "The Square", de Ruben Östlund;

    Suíça: “The divine order”, de Petra Biondina Volpe;

    Tailândia: “By the time it gets dark”, de Anocha Suwichakornpong;

    Taiwan: "Small talk", de Huang Hui-chen;

    Turquia: “Ayla: The daughter of war,” de Can Ulkay;

    Ucrânia: “Black level”, de Valentyn Vasyanovych;

    Uruguai: "Otra historia del mundo", de Guillermo Casanova

    Venezuela: “El inca”, de Ignacio Castillo Cottin;

    Vietnã: “Father and son” de Lương Đình Dũng;



  • Kaya Scodelario e Josh Hutcherson farão nova versão de 'Romeu e Julieta'

    kaya-scodelario.jpgRIO — O inesgotável clássico "Romeu e Julieta" vai ganhar mais uma versão nos cinemas, dessa vez com Kaya Scodelario, de "Piratas do Caribe", e Josh Hutcherson, de "Jogos Vorazes", nos papéis principais. O filme vai se chamar "Die in a gunfight" ("Morra num tiroteio", em tradução livre).

    PERFIL: Saiba mais sobre a atriz anglo-brasileira Kaya Scodelario

    A direção ficará a cargo de Collin Schiffli, premiado no festival SxSW em 2014 por seu longa-metragem de estreia, "Animals". O roteiro, de Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, que trabalharam em "Homem-Formiga", vai transpor a trama de William Shakespeare para o mundo corporativo.

    O elenco terá ainda Olivia Munn e Helen Hunt. A data de estreia ainda não foi definida.



  • Quem é Kaya Scodelario, atriz anglo-brasileira que vai estrelar nova versão de 'Romeu e Julieta'

    kaya_scodelario.jpgRIO - O inesgotável clássico "Romeu e Julieta", de William Shakespeare, vai ganhar mais uma versão nos cinemas. Dessa vez, o papel da mocinha no longa "Die in a gunfight", de Collin Schiffli, será de Kaya Scodelario. A atriz viverá o par romântico do astro teen Josh Hutcherson, de "Jogos Vorazes".

    Nascida na Inglaterra em 13 de março de 1992, Kaya é filha da brasileira Katia Scodelario, nascida em Itu, interior de São Paulo, e de Roger Humphrey, que era inglês. A atriz, que fala português e costuma passar as férias no Brasil, é casada com o ator e comediante americano Benjamin Walker, com quem teve um filho em novembro de 2016.

    Depois de trabalhar como modelo e fazer várias pontas e participações pequenos em filmes, Kaya ficou conhecida por ter interpretado Effy Stonem, irmã de Tony, personagem de Nicholas Hoult no drama adolescente "Skins". Ela entrou para a série inglesa aos 14 anos, num papel quase sem falas, e se tornou uma das protagonistas da trama na terceira temporada.

    No cinema, ela fez "Lunar" (2009), de Duncan Jones, como Eve, filha de um astronauta. Em "Shank", de 2010, interpretou uma adolescente que fazia parte de uma gangue e, no mesmo ano, fez uma pequena participação no filme "Fúria de Titãs", como Peshet. Seu primeiro papel de destaque na tela grande veio em 2011. Ela viveu Catherine Earnshaw, a protagonista de "O morro dos ventos uivantes", versão do clássico de Emily Brönte dirigida por Andrea Arnold.

    Em 2013, estrelou "A grande ilusão" ao lado de Jessica Biel e Alfred Molina. Ela ainda interpretou Teresa Agnes nos três longas da franquia "Maze Runner", e a personagem Carina Smith em "Piratas do Caribe: A vingança de Salazar", o quinto filme da série protagonizada por Johnny Depp, lançado em 2017.

    A atriz também protagoniza o clipe de "Candy", de Robbie Williams, além de ter participado de vídeos das bandas Plan B e The Ruskins.



  • Para Sá Leitão, classificação indicativa em exposições 'resolve ponto central da polêmica Queermuseu'

    70743537_BRASIL - Brasília - BSB - PA - 26-07-2017 - PA - Entrevista no Palácio do Planalto do.jpgLinks QueermuseuNITERÓI — O ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão comentou, nesta terça-feira, a possibilidade de museus e exposições de artes visuais passarem a receber, assim como o cinema, o teatro e espetáculos musicais, classificação indicativa regulada pelo Ministério da Justiça. A ideia nasceu em meio a polêmica sobre a mostra "Queermuseu", que, após ser censurada no Santander Cultural, em Porto Alegre, virá para o Museu de Arte do Rio (MAR).

    — Acho que é uma medida que de certo ponto resolve o ponto central da polêmica. Não gostar do que é exibido é um direito democrático das pessoas. Organizar boicotes também é parte da democracia, assim como o artista e o curador terem o direito de expor suas obras — afirmou Sá Leitão, que esteve em Niterói para o anúncio do programa Niterói Cidade do Audiovisual, em que a Ancine e a Prefeitura (através de royalties de petróleo) investirão R$ 6 milhões na produção audiovisual da cidade.

    O ministro disse, ainda, que a proposta seria enviada para o Congresso via medida provisória:

    — Gostaria que fosse uma iniciativa do Legislativo para que se permitisse o amplo debate não só na elaboração do projeto, mas também na sua tramitação.

    Para Sá Leitão, a abordagem com a mostra "Queermuseu" deveria ter sido diferente:

    — É importante ressaltar que o projeto do "Queermuseu" tem condições técnicas para ser aprovado pela Lei Rouanet via MinC, como de fato foi, por estar totalmente de acordo com as exigências legais. Onde acho que erramos é que, ao tomar conhecimento do conteúdo das obras, poderíamos ter, de antemão, abordado a questão da classificação indicativa em tom de sugestão, e não de obrigatoriedade, uma vez que ainda não existe nada na Constituição que apóie tal proibição.