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  • GloboNews exibe ‘Socorro nobre’ em homenagem a Frans Krajcberg

    socorro.jpgRIO - Em homenagem ao artista plástico Frans Krajcberg, que morreu na quarta-feira, dia 15, aos 96 anos, a GloboNews exibe neste sábado, dia 18, às 21h30m, o documentário "Socorro nobre", de Walter Salles.

    O filme narra a história de Maria do Socorro Nobre, presidiária de Salvador que lê, em uma revista, uma matéria sobre Frans Krajcberg. Ela decide escrever uma carta para o artista, na qual mostra admiração e identificação com seus sonhos e sua vida junto à natureza.

    Nascido na Polônia, o artista plástico Frans Krajcberg ficou conhecido por suas obras e sua luta contra a devastação das florestas. Ele chegou ao Brasil no final da década de 1940 e, na década de 1970, escolheu a Bahia como lar. Naturalizado brasileiro, procurou denunciar crimes ambientais ao longo da carreira.



  • Joselia Aguiar volta à curadoria da Flip em 2018

    FlipRIO - A 16ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) já tem data e curadoria: ela acontecerá de 25 a 29 de julho do ano que vem com curadoria de Joselia Aguiar, pelo segundo ano consecutivo, o qual, segundo ela, será novamente marcado pela mesma “pesquisa ampla em busca de novas vozes, modos de ver e construir narrativas, combinar linguagens e inventar sentidos.”

    Joselia diz ainda que, em tempos conturbados para arte, cultura e política, “mais do que nunca é preciso aproximar o leitor da literatura e da arte, para tornar nosso ar mais arejado, ampliar nosso horizonte e aprofundar o entendimento das pessoas e do mundo”.

    Em 2017, a festa que homenageou Lima Barreto teve uma versão mais enxuta com a transferência dos principais debates da Tenda dos Autores para a Igreja Matriz, além de ter sido a primeira edição em que o número de escritoras mulheres superou o de homens.

    Abaixo, Joselia comenta, em entrevista por e-mail, os planos pro próximo ano.

    A edição de 2017 ajudou a Flip a se tornar um evento mais diversificado, tanto para autores quanto para editoras, público e temas debatidos. De forma geral, acredita que essa proposta foi bem aceita e compreendida em toda a sua dimensão?

    Sim, acredito que a proposta foi bem aceita e compreendida tanto dentro da Flip quanto para a plateia que esteve em Paraty ou assistiu às mesas pela internet. Os números que a Flip divulgou mostram um envolvimento e repercussão muito grandes. Claro, há quem ainda possa ter alguma dificuldade de compreender como, tendo um perfil mais plural de autores e editores, mantivemos a qualidade. Não se dão conta de que essa oposição (pluralidade X qualidade) inexiste. Creio que será questão de tempo; e a força e a multiplicação do que estamos fazendo também vão contribuir para que aumente essa compreensão.

    Quais são os principais desafios para a Flip 2018?

    A cada Flip há sempre o desafio de mantê-la como a festa literária de referência que sempre foi, ou seja, há sempre de apresentar novos formatos e composição de mesas no programa principal, atrações e atividades no território de Paraty. Para mim, particularmente, o desafio será o de fazer uma Flip tão forte, literária e culturalmente, como foi a de 2017.

    Já existe alguma ideia para o escritor homenageado do próximo ano?

    Estamos avaliando quem será.



  • Inovações do funk inspiram o espetáculo 'Cria'

    CRIA © Renato Mangolin_ALTA 067.jpgRIO — No palco, jovens dançarinos de origem popular arrepiando em movimentos inventados nas ruas, rodas de rap e bailes funk. Na direção, ex-dançarinos tornados coreógrafos, egressos da dança contemporânea e já acima dos 30 anos.

    Nas últimas duas décadas, essa mistura de origens, formações e gerações transformou radicalmente a dança brasileira. Com interações cada vez mais ousadas entre linguagens, a "dança contemporânea de rua" já caminhou muito, e não para de avançar — além do Brasil, os principais palcos da Europa e dos Estados Unidos têm acolhido muito bem as inovações de Bruno Beltrão e Grupo de Rua, Sonia Destri Lie e Cia. Urbana de Dança, Renato Cruz e Cia. Híbrida, e também as de Alice Rippol e seus dois grupos, a Cia. REC e o Grupo Suave.

    Mas e agora? Após a celebração e a assimilação da "novidade", quais os novos rumos? O que é possível inventar? Após tomar o passinho como ingrediente central de "Suave" (2014), espetáculo que deu nome ao Grupo Suave, Alice Ripoll agora aposta na mescla do passinho com outra vertente do funk, a dancinha, além de também buscar mais contato com o verbo, com a dramaturgia. São essas as fontes e as intenções que movem o espetáculo "Cria", que a coreógrafa estreia nesta sexta-feira no Espaço Sérgio Porto — a peça faz sessões até segunda-feira e depois, na quinta-feira, inicia outra série de quatro sessões no Centro Coreográfico do Rio, na Tijuca.

    — Apesar de não ser mais novidade essa relação entre rua e dança contemporânea, essa interação ainda tem se estabelecido com posições marcadas: coreógrafos contemporâneos e dançarinos de rua, o que reproduz uma estrutura econômica e social — diz Alice. — Acredito que quando essas posições puderem se inverter, outras misturas e novidades venham por aí.

    Ciente dos desafios e animada por eles, Alice e os dançarinos do Suave buscam oferecer novas contribuições em "Cria". É aí que entra a dancinha, mas quais seriam as diferenças entre ela e o passinho?

    — A dancinha é mais livre, improvisada. É a manha, a ginga que acompanha o dançarino de passinho — diz ela.

    Já o passinho tem regras:

    — É um movimento que se dança ao som do funk, com passos definidos e predominância das pernas — diz.

    Alice conta que a liberdade e a agilidade da dancinha é resultado de uma mudança na atmosfera sonora dos bails funk, quando o funk acelerou o ritmo de suas batidas, passado de 130bpm para 150bpm. Justamente por ser mais livre e desprendida de cânones, a dancinha está para o passinho assim como a dança contempórânea está para o clássico, ou seja:

    — A dancinha se aproxima da dança contemporânea justamente pela liberdade com relação à técnica — diz. — Se a dança contemporânea se pergunta o que faz um gesto virar dança, a dancinha responde. Não há um jeito certo de se fazer determinada movimentação, tudo pode ser incorporado a uma pesquisa, gestos cotidianos, de outros estilos de dança, teatro, etc.

    Em "Cria", dez performers articulam heranças das ruas, das salas de dança e do teatro contemporâneo, e desenvolvem cenas em que misturam os já citados passinho, dancinha e afrofunk com beat box, técnicas de contato-improvisação, assim como abre espaço a dicussões e diálogos teatrais, movidos a questionamentos sobre afetos contemporâneos, puxados por temas como familiaridade, paternidade e masculinidade.

    — O trabalho expõe algo que existe no grupo e que admiro: a relação de afeto entre os homens. O grupo tem muitos homens. Alguns são pais, e essas relações inspiraram as cenas — diz. — Existe um desejo, muitas vezes manifestado por eles, de serem pais presentes, diferente da referência que alguns tiveram dos seus próprios pais. Acredito que os homens poderem se tornar pais mais amorosos é um passo muito importante para todos.

    Serviço — "Cria".

    Onde: Espaço Sérgio Porto - Rua Pinheiro Guimarães, s/n, Humaitá (2535-3846 ).

    Quando: Entre os dias 17 e 20/11. Sex., sáb. e seg., às 21h; dom., às 20h.

    Quanto: R$ 20.

    Onde: Centro Coreográfico do Rio - Rua José Higino, 115, Tijuca (3238-0601).

    Quando: Dias 30/11, 1, 2 e 3/12. Qui., sex. e sáb., às 20h; dom., às 18h.

    Quanto: R$ 20.

    Classificação: 14 anos.

    Elenco: Tiobil Dançarino Brabo, Kinho JP, VN Dançarino Brabo, Nyandra Fernandes, May Eassy, Romulo Galvão, Sanderson Rei da Quebradeira, Thamires Candida, GB Dancy, Ronald Sheik



  • 'Vou dizer o quê? Acontece em um país como aquele', diz Miguel Rio Branco sobre censura do governo chinês

    RIO — Conforme antecipado nesta quinta-feira, o fotógrafo, pintor, cineasta e criador de instalações multimídia brasileiro Miguel Rio Branco foi alvo de censura por parte do ministério da Cultura chinês, que impediu a exibição da videoinstalação "Sob as estrelas, as cinzas" na 6ª Trienal de Fotografia de Guangdong, a ser realizada no fim do ano que vem, na China.

    Nesta sexta-feira, o artista conversou com o GLOBO sobre o episódio e se mostrou conformado com a situação. Links censura

    — Vou dizer o quê? A censura acontece em um país como aquele — afirmou Miguel, que considera o trabalho, criado em 1992 para a exposição "Arte Amazonas", no Rio, "tenso, mas não exageradamente violento". — O problema é que o curador (o espanhol Alejandro Castellote) podia ter me avisado antes para tentarmos achar uma alternativa, porque tem gente que fica chocada com a violência. Pode acontecer.

    No curta-metragem, Miguel usa fotos impactantes publicadas no caderno policial do extinto jornal carioca "O Povo", incluindo algumas de pessoas com a cabeça cortada.

    De acordo com as leis da China, todo material exposto no país precisa passar pelo crivo do ministério da Cultura. Há dois meses, o órgão tinha dado o primeiro veto por considerar que o curta continha "imagens violentas". Após um novo pedido de liberação por parte do espanhol Alejandro Castellote, um dos curadores da Trienal, o veto definitivo veio nesta terça-feira.

    Atualmente, "Sob as estrelas, as cinzas" está exposta na mostra individual de Miguel Rio Branco aberta nesta quinta-feira, no Oi Futuro, no Rio, mais especificamente no quarto nível do prédio localizado no Flamengo, e permanece por lá até o dia 28 de janeiro de 2018. A classificação indicativa, sinalizada na própria galeria, é de 12 anos.

    Leia a entrevista na íntegra:

    O senhor enviou a obra para a Trienal a pedido do próprio curador, Alejandro Castellote, certo?

    O curador já é uma pessoa com quem trabalho há muito tempo. Ele escolheu esse trabalho que viu em São Paulo, em outubro passado, na Galeria Millan, e quis mostrar na Trienal, onde é um dos curadores. Eu soube anteontem que haviam cortado fora a peça. Vou dizer o quê? A censura acontece em um país como aquele.

    Ao saber que a obra passaria por essa avaliação do ministério da Cultura local, o senhor chegou a temer que essa censura poderia acontecer?

    Não pensei nisso. É um trabalho tenso, mas não é exageradamente violento. Foi feito em 1992, para a exposição "Arte Amazonas", como parte da Eco92, no Rio. É, na verdade, um trabalho que discursa um pouco sobre a violência inata do homem. Aquelas cabeças não são de índios, como se noticiou, mas de pessoas do Rio de Janeiro vítimas de brigas do tráfico de drogas. Fiz esse trabalho com fotos do jornal "O Povo", do Rio. Mas a questão da censura em certos países eu não vejo como um grande problema. O problema é que o curador podia ter me avisado antes para tentarmos achar uma alternativa, porque tem gente que fica chocada com a violência, pode acontecer.

    Estamos em meio a uma série de debates calorosos sobre o acesso a arte no Brasil, que, por vezes, flerta perigosamente com a censura. O senhor teme que problemas como o que enfrentou voltem a ser recorrentes por aqui?

    Mais perigoso do que a censura é o que estamos vivendo politicamente no momento. Estamos sendo governados por políticos que fazem o que bem entendem e julgam a si próprios. Sobre os casos de censura em si, eu acho que tem que se criar algumas maneiras de não socar abertamente e obviamente as pessoas, como ocorreu no Sul (com a polêmica da exposição "Queermuseu"; relembre). Tem que avisar sobre o conteúdo exposto. Mas hoje a gente vive numa época em que a televisão entra na casa de cada um e acaba socando algumas coisas, algumas culturas, com um alcance muito maior do que uma exposição, que é acessada apenas por uma minoria.

    Foi a primeira vez em que uma obra sua foi alvo de censura?

    Não, não foi. Foi a segunda. Houve há uns anos um jornal do Rio de Janeiro ligado à Prefeitura, não me recorre o nome, em que um poeta que o dirigia havia pedido materiais de diversos artistas com fotos e imagens de casais. Eu mandei uma foto de um casal formado por uma prostituta e um travesti, e acabou sendo censurada internamente. Mas acho que estamos fazendo uma história muito grande em cima de uma questão que não é tão grande quanto o que está acontecendo no país. Não conseguimos sair na rua à noite em cidades como o Rio de Janeiro sob o risco de sermos assaltados ou algo pior. Ficar dando muita força a um grupo de pessoas que são extremamente reacionárias é bobagem.

    E como o senhor recebeu a decisão do governo chinês?

    Eu estranho, mas respeito. Tem que gente que pode se chocar mais. Achei curioso porque estou inaugurando uma exposição no Oi Futuro relacionada à ecologia, à sociedade, à questão do índio em relação à sociedade, onde a obra censurada está exposta, inclusive, e percebo que, no Brasil, estamos vivendo uma realidade de violência muito mais presente do que na China. Lá, as pessoas andam nas ruas sem correrem o risco de ser assaltadas, pois há uma justiça mais firme. No Brasil, por outro lado, vivemos uma época de total falta de noção. Inclusive, acho que há um grande exagero na maneira como foi abordada a questão da exposição no Sul (a "Queermuseu").



  • Bruno Mars faz dois shows no Rio neste fim de semana; ainda há ingressos à venda

    RIO — Bruno Mars já está entre nós. O astro havaiano desembarcou na manhã desta sexta-feira no Rio, onde abrirá a parada brasileira de sua turnê "24K magic world tour" com shows neste sábado e domingo, na Apoteose. Os ingressos para a primeira apresentação esgotaram menos de um mês após a abertura das vendas, mas ainda é possível garantir presença na data extra, domingo — os preços variam entre R$ 150 e R$ 580 —, no site Livepass. Bruno Mars - Versace On The Floor [Official Video]

    Em seu retorno ao Brasil após cinco anos, quando estreou por aqui, Mars ainda fará outros dois shows em São Paulo, no Morumbi, dias 22 e 23 (quarta e quinta-feira da próxima semana, respectivamente). O repertório é baseado em "24K magic" (2016), terceiro disco do artista, que traz os singles "Versace on the floor", "That's what I like", além da faixa-título, primeira música do trabalho. Nos shows, Mars tem tocado ainda outros sucessos da carreira, como "Marry you", "When I was your man", "Just the way you are", "Locked out of heaven" e "Uptown funk", parceria de sucesso com o produtor Mark Ronson.

    LEIA MAIS:Crítica: um Bruno Mars reluzente e sólido em '24k magic'

    Na turnê, Mars é acompanhado pelo grupo pop DNCE, do ídolo teen Joe Jonas, que faz os shows de abertura apresentando o hit "Cake by the ocean" e outras faixas do álbum epônimo, lançado no ano passado, além de alguns covers. DNCE - Cake By The Ocean

    Para o transporte do público carioca, é recomendado o uso do Metrô Rio. Segundo a produção do evento, a estação Praça Onze, que fica a poucos minutos da Praça da Apoteose, ficará aberta para embarque até uma hora após o término do show. Não existe estacionamento oficial no local. Saiba mais aqui.

    SERVIÇO

    BRUNO MARS (ABERTURA: DNCE)

    Quando: 18 e 19/11, sábado e domingo, às 20h15 (show do DNCE; Bruno Mars às 21h30). Onde: Praça da Apoteose. Quanto: R$ 300 (pista/arquibancada) e R$ 580 (pista premium); só há ingressos para o show de domingo. Classificação indicativa: 16 anos. Vendas: Livepass e bilheteria da Apoteose no dia do show.

    PROVÁVEIS SETLISTS

    BRUNO MARS

    1 - "Finesse"

    2 - "24K Magic"

    3 - "Treasure"

    4 - "Perm"

    5 - "Calling all my lovelies"

    6 - "Chunky"

    7 - "That's what I like"

    8 - "Straight up & down"

    9 - "Versace on the floor"

    10 - "Marry you"

    11 - "Runaway baby"

    12 - "When I was your man"

    13 - "Gorilla"

    14 - "Just the way you are"

    15 - "Locked out of heaven"

    16 - "Uptown funk"

    DNCE

    1 - "Naked"

    2 - "DNCE"

    3 - "Body moves"

    4 - "No scrubs" (cover de TLC)

    5 - "Doctor you"

    6 - "Toothbrush"

    7 - "Da ya think I'm sexy?" (cover de Rod Stewart)

    8 - "Kissing strangers"

    9 - "Pay my rent"

    10 - "Wannabe" (cover de Spice Girls)

    11 - "Oops!... I did it again" (cover de Britney Spears)

    12 - "Fade"

    13 - "Cake by the ocean"