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  • Slayer anuncia turnê de despedida da banda

    RIO — Os americanos do Slayer, uma das lendas do trash metal, anunciaram que vão fazer sua última turnê mundial antes de encerrar suas atividades. A banda postou um vídeo com a chamada "O fim está próximo... O Slayer vai se despedir com uma última turnê mundial” em suas redes sociais.

    LEIA TAMBÉM:Análise: Rush pendura as chuteiras com o reconhecimento que merecia

    Fim Slayer

    O fim vem após 37 anos de carreira do grupo formado em 1981 na Califórnia, Estados Unidos. Ao lado das bandas Metallica, Megadeth e Anthrax, formam o quarteto mais influente do trash, um subgênero do heavy metal. O Slayer possui 11 álbuns de estúdio.

    No vídeo, a banda anuncia que as datas da turnê serão anunciadas em breve.

    O último álbum lançado pelo Slayer, "Repentless", foi o primeiro desde a morte do guitarrista e cofundador da banda Jeff Hanneman. Atualmente a banda é formada pelos integrantes originais Tom Araya (baixo e vocal) e Kerry King (guitarra), além de Paul Bostaph (bateria) e Gary Holt (guitarra). O baterista original da banda Dave Lombardo, foi demitido após problemas contratuais em 2013.



  • Membros dos Smiths se reunirão para shows com orquestra

    RIO — Depois de 31 anos do fim da banda, os fãs de The Smiths ganharam uma boa notícia — ou nem tanto. Três ex-integrantes do grupo anunciaram uma turnê de reunião no Reino Unido, mas os shows não terão a participação de Morrissey nem de Johnny Marr. O baterista Mike Joyce, o baixista Andy Rourke e o guitarrista Craig Gannon se reunirão para uma série de concertos com a Orquestra Camerata de Manchester.

    O objetivo da turnê ‘Classically Smiths’ é realizar releituras de clássicos da banda, aproveitando a versatilidade que a parceria com a orquestra proporciona. Em entrevista ao "Manchester Evening News", Joyce prometeu novidades.

    "Haverá clássicos dos Smiths, mas mal posso esperar para tocar músicas que nunca foram ouvidas ao vivo antes", afirmou.

    A Camerata de Manchester já realizou parcerias com artistas de outros gêneros musicais, como a banda New Order, Graeme Park e o DJ Mike Pickering. Falando ao "Telegraph", o guitarrista Craig Gannon garantiu que as canções serão trabalhadas com cuidado. "Estamos fazendo isso com o maior respeito e admiração pelas músicas que todos amamos".

    A turnê 'Classically Smiths" passará por Manchester, Londres (Inglaterra) e Edimburgo (Escócia) entre os dias 28 de junho e 2 de julho. Após esses shows, estão previstas apresentações por todo o Reino Unido. E, com sorte, uma turnê mundial..



  • Análise: Rush pendura as chuteiras com o reconhecimento que merecia

    RIO - Os anos 1990 foram cruéis com o Rush. Eram tempos de rock alternativo e punk pop, nos quais a música do trio, cheia de firulas instrumentais, e as letras inspiradas em ficção científica do baterista Neil Peart soavam dolorosamente deslocadas. "E a voz do (baixista) Geddy Lee / como ela ficou tão aguda? / será que ele fala como um cara normal?", debochava o grupo Pavement em "Stereo", canção do seu disco de 1997, "Brighten the corners". O Rush era, para todos os efeitos, um dinossauro do rock que ainda caminhava sobre a Terra.

    LEIA MAIS: Guitarrista do Rush admite que a banda está 'praticamente acabada'

    Mas, a caminho dos anos 2000, o rock mudou mais uma vez — e a música do Rush passou a fazer sentido, principalmente se comparada àquela que bandas como os Foo Fighters (do baterista do Nirvana, Dave Grohl) e os Queens of The Stone Age começaram a fazer: a complexificação dos riffs de guitarra e da rítmica das músicas deixou de ser um pecado parar virar uma virtude. E o pioneirismo do trio canadense, em construir canções que eram pesadas, adrenalínicas, instrumentalmente virtuosas e até bem radiofônicas, passou a ser reconhecida.

    Banda que começou sua carreira ainda sob grande influência do Led Zeppelin e dos gigantes do rock progressivo (nas faixas longas e complicadas), o Rush aos poucos foi encontrando sua personalidade.

    "Permament waves", disco de 1980, já trazia a feliz combinação de rock de arena e new wave que a banda iria aperfeiçoar em sua obra-prima, "Moving pictures" (1981), dos hits "Tom Sawyer" e "YYZ" (instrumental cuja melodia os fãs cantavam a plenos pulmões nos shows).

    "Exit... stage left" (1981), álbum duplo no qual a banda registra nos palcos essa fase gloriosa é um dos grandes discos ao vivo do rock de todos os tempos. Moving Pictures

    A presença ostensiva de sintetizadores e de uma guitarra no estilo daquela de Andy Summers, do Police, deram aos álbuns "Signals" (1982) e "Grace under pressure" (1984) o som do rock de sua época — mas, daí em diante, cada vez menos o Rush se preocupou em seguir tão de perto as convulsões musicais de cada temporada.

    A banda se contentou em ser um dos grandes nomes do rock ao vivo no mundo (título que assumiu sem precisar da crítica musical, só do público), deixando para outras a tarefa de gravar os discos de estúdio lembrados nas listas de melhores de cada ano.

    Com um alto padrão de qualidade, que se manteve até o último álbum de estúdio ("Clockwork angels", de 2012), o Rush pendura as chuteiras sem ter vivido a decadência pela qual passaram alguns de seus companheiros de geração.

    E sua influência pode ser ouvida nos discos novos tanto do Foo Fighters ("Concrete and gold") quanto do Queens of The Stone Age ("Villains") — bandas que assumem a missão de encher de música, mês que vem, um Maracanã que em 2002 recebeu o Rush em momento de vigorosa maturidade.



  • Rush: guitarrista admite que a banda está 'praticamente acabada'

    RIO - Dois anos após o baterista Neil Peart anunciar seu afastamento das turnês, por problemas físicos, o guitarrista Alex Liefson, do Rush, disse, em entrevista ao jornal canadense "Globe and Mail" que sua banda não deve voltar sequer a gravar.

    "Já faz pouco mais de dois anos que o Rush excursionou pela última vez", disse. "Não temos mais planos de fazer turnês ou gravar. Praticamente acabamos. Depois de 41 anos, sentimos que era o bastante".

    ANÁLISE:Rush pendura as chuteiras com o reconhecimento que merecia

    Pouco depois de a banda ter finalizado, em 2015, a turnê do seu 40º aniversário, começaram a circular rumores de que Lifeson e o baixista Geddy Lee formariam uma dupla, já que Neil Peart anunciara sua aposentadoria dos shows. Hoje, o guitarrista diz estar mais ocupado que nunca, mas nada que envolva o Rush.

    "Estou compondo muito, para quatro ou cinco diferentes projetos pequenos", disse. "Eu recebo esses pedidos para tocar guitarra com outras pessoas e é realmente muito divertido. Não tem muita pressão: tenho que ser tão criativo quanto eu quero ser e posso trabalhar um pouco fora da caixa, o que é realmente atraente para mim."

    As participações de Alex Liefson em trabalhos de outros artistas incluem o próximo álbum da banda americana de stoner rock Fu Manchu, "Clone of the universe", cujo lançamento está programado para o mês que vem. Ele toca em uma faixa de 18 minutos chamada "Il mostro atomico".

    "Estamos entusiasmados por sair e tocar essas coisas, especialmente 'Il mostro atomico', disse o guitarrista e cantor de Fu Manchu, Scott Hill."Achamos que é a música mais forte que já fizemos. Nós realmente adoramos o som geral do álbum, e ter Alex tocando nisso é simplesmente incrível."

    21795548_SC Rio de Janeiro RJ 10-10-2010 Show do Rush na Apoteose. Foto Monica Imbuzeiro - Agencia O.jpgAlex Lifeson também tem explorado outros campos criativos, como a escrita: ele é colunista do "West End Phoenix", jornal de sua cidade natal, Toronto. Ele disse que a tarefa o intimidou no início. Seu editor pediu para que ele escrevesse 150 palavras, e ele mandou um texto com 1.200. "Aparentemente, não tenho problema no conteúdo", comentou.

    Fundada em 1968 por Alex Liefson, o Rush estabilizou sua formação definitiva, com Geddy Lee e Neil Peart em 1974. Com uma quantidade estimada de 65 milhões de discos vendidos ao longo do mundo, o grupo se consagrou por suas habilidades instrumentais e álbuns com músicas longas e intrincadas, entre o hard rock e o rock progressivo. Seus clássicos são "2112" (1976), "A farewell to kings" (1977), "Hemispheres" (1978), "Permanant waves" (1980) e "Moving pictures" (1981).

    Tão ou mais importante que os álbuns de estúdio do Rush são os ao vivo, que eles lançavam periodicamente. Entre eles, "Rush in Rio", gravado em show no Maracanã, em 2002, e lançado no ano seguinte. Adorada por músicos do rock dos anos posteriores, como Dave Grohl (Foo Fighters) e Billy Corgan (Smashinh Pumpkins), em 2013, a banda foi conduzida ao Rock and Roll Hall of Fame.



  • Festival de Berlim: thriller de José Padilha será exibido fora de competição

    MV5BZWNhOTFjZDUtZGY0ZC00ODBmLWJmNmMtZWMzMzFiNzM3MDFmXkEyXkFqcGdeQXVyMjEyNDU4MDA@._V1_SY1000_CR0,0,666,1000_AL_.jpgRIO - "7 days in Entebbe", novo thriller de José Padilha, será exibido fora de competição no Festival de Berlim (15 a 25 de fevereiro), anunciou a organização do evento nesta segunda-feira. Outros quatro filmes também foram incluídos no line-up. Padilha venceu o prêmio máximo do festival em 2008, com "Tropa de Elite".

    Estrelado por Rosamund Pike e Daniel Brühl, "7 days in Entebbe" conta a história real do sequestro ao avião da Air France em 1976. O voo saía de Tel Aviv para Paris. A Operação Entebbe foi uma grande missão de resgate contraterrorista organizada pelas Forças de Defesa de Israel no Aeroporto Internacional de Entebbe, em Uganda.

    Os outros filmes selecionados para Berlim nesta segunda-feira são "Unsane", de Steven Soderbergh; "Aga", de Milko Lazarov; “Season of the Devil”, de Lav Diaz; e "Museum", de Alonso Ruizpalacios. Os dois primeiros também serão projetados fora de competição, ou seja, não concorrerão ao Urso de Ouro.

    Os selecionados da mostra competitiva foram divulgados, até agora, em três levas. A mais recente foi na semana passada, com a adição de dez títulos, incluindo uma coprodução brasileira: "Las herederas", de Marcelo Martinessi.

    Em dezembro, três documentários brasileiros foram selecionados para a mostra Panorama: "Aeroporto Central", de Karim Aïnouz; "Ex Pajé", de Luiz Bolognesi; e "Bixa Travesty", de Claudia Priscilla e Kiko Goifman. E "Unicórnio", de Eduardo Nunes, será exibido na mostra Generation.

    O festival começa no dia 15 de fevereiro, com a exibição de "Isle of dogs", animação de Wes Anderson, e termina dia 25, com a entrega dos Ursos de Ouro e Prata.